Regiões

Mendoza isn't one wine region. It's four distinct landscapes.

Between Maipú and Gualtallary there's a 3,000-foot difference in elevation. That gap changes acidity, tannin, and even the best time of day to taste. Pick a region to see its wineries and the tours that run through it.

1.000 – 1.700 m

Vale de Uco

O Vale de Uco é a fronteira de altitude do vinho argentino: vinhedos entre 1.000 e 1.700 metros aos pés da Cordilheira, com amplitude térmica de até 18 °C entre o dia e a noite. Isso gera uvas de casca grossa, acidez natural alta e taninos finos. É onde a maioria das vinícolas de autor de Mendoza plantou seu projeto mais ambicioso nos últimos vinte anos.

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900 – 1.100 m

Luján de Cuyo

Luján de Cuyo é o berço do Malbec argentino e a primeira Denominação de Origem do país. Fica a 30–40 minutos da cidade de Mendoza, com vinhedos entre 900 e 1.100 metros e parcelas com mais de 80 anos. Seus vinhos são mais carnudos e redondos que os de altitude: comparar um Malbec de Agrelo com um de Gualtallary é a melhor aula de terroir que existe.

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700 – 900 m

Maipú

Maipú é a Mendoza do vinho de sempre: vinícolas centenárias de famílias italianas e espanholas, tonéis antigos de roble francês e olivais entre os vinhedos. Está a 20 minutos da cidade e é a região onde melhor se entende como se fazia vinho na Argentina antes do boom do Malbec de altitude.

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1.400 – 3.200 m

Alta Montanha

A rota de Alta Montanha sobe pela Ruta 7 em direção ao Aconcágua: Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e o mirante do pico mais alto da América. Não é uma região de vinícolas: é o caminho que explica a paisagem da qual vive o vinho de Mendoza — o degelo da cordilheira é literalmente a água de irrigação de cada vinhedo que você vai visitar.

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